REVISTA SUL LIVRE

Revista Informativa editada pelo Movimento O Sul é o Meu País e Gesul - Grupo de Estudos Sul Livre. Nossa pauta é o direito de autodeterminação do Povo Sul-Brasileiro.

Tuesday, June 29, 2010

MOVIMENTO O SUL É O MEU PAÍS REALIZA SUA X ASSEMBLÉIA GERAL EM NAVEGANTES-SC



Tendo como local o Hotel Miraguaia, na Praia de Gravatá, município de Navegantes, Santa Catarina, aconteceu nos dias 19 e 20 de junho de 2010, a X Assembléia Geral do Movimento O Sul é o Meu País. O evento contou com a presença de diversas lideranças nacionais, estaduais e municipais do Movimento, além de militantes e simpatizantes.

O primeiro dia de Assembléia foi aberto às 14 horas do dia 19 tendo como ordem do dia a organização e apresentação das chapas para a eleição da nova diretoria que vai dirigir a entidade nos próximos três anos (2010-2013). Uma chapa de consenso foi apresentada, sendo que os seus componentes foram indicados e escolhidos pelas suas competências pessoais e profissionais, pela própria Assembléia Geral.

O novo presidente do Movimento O Sul é o Meu País é o professor, jornalista e escritor catarinense Celso Deucher. Com vinte anos de ativismo pelo direito de autodeterminação da região Sul, Deucher é atualmente secretário geral do Gesul (Grupo de Estudos Sul Livre) e coordenador geral da ONG Pacto das Araucárias, ambas entidades ligadas ideologicamente ao Movimento. Ele dirigirá a entidade a partir da cidade de Brusque, no Vale do Itajaí.

Em seu discurso de posse, Celso Deucher ponderou que nos últimos anos as ações do movimento se rarearam. “Isso se deu por diversos motivos, mas em especial dois deles foram decisivos. O primeiro é sem nenhuma dúvida a atual situação política por que passa o Brasil e o segundo foi a falta de sintonia, unidade e articulação das nossas lideranças”, analisou.

Ainda segundo Deucher, houve no decorrer do tempo alguns erros de estratégia que acabaram colocando o Movimento na berlinda. “Um deles foi o excesso de puritanismo das nossas lideranças e militantes na questão política-partidária. Até hoje tem gente que ainda acha que vamos conseguir separar o Sul ou mesmo conseguir maior autonomia, sem que tenhamos representação política própria. Isso é um erro que eu mesmo cometi, mas que é hora de fazermos a nossa mea culpa e assumir uma postura diferente quanto a este assunto”, enfatizou.

O novo presidente fundamentou sua afirmação dizendo que a ONU (Organização das Nações Unidas) ao longo da sua história, manteve sempre a tendência de só aceitar, de fato, os casos de secessão onde há por parte dos que reivindicam o direito de autodeterminação, uma representação oficial majoritária no território em litígio. “Alguém duvida que a ONU, a comunidade internacional e o próprio Canadá não aceitariam a separação do Quebéc, quando eles realizaram o plebiscito pela separação? Claro que aceitariam, por que para que o plebiscito acontecesse, os quebecóis tiveram que eleger representação política, legalmente constituída. A mesma coisa vem acontecendo em outras partes do mundo, na Itália, na Irlanda, no país Basco. A não ser que o Movimento decida partir para a luta armada, e neste caso eu estou fora, pois não nasci para fazer os outros acreditarem no que eu acredito através do uso da força. Caso queiramos nossa independência pela via pacifica, então, nós temos que preparar gente de dentro do Movimento para disputar as eleições em nome da nossa causa. Temos que ter candidatos a vereador, prefeito, deputados estaduais e federais, senadores e até governador”, explicou.

Falando como novo presidente, Deucher lançou um desafio aos que acreditam no Movimento O Sul é o Meu País. “Quem acredita na nossa causa tem que dar um basta nesta prática de continuarmos apoiando gente que não é de dentro do Movimento. Já elegemos muitos deputados que depois da eleição sequer nos receberam em seus gabinetes. Isso tem que acabar e isso acaba agora, a partir desta Assembléia. Quem ainda persistir acreditando que a independência do Sul vai cair do céu, procure outro Movimento, pois o nosso tem a obrigação de colocar os pés no chão e ir para a luta política partidária também”, afirmou.

Na visão de Celso Deucher, muitas pessoas negam-se a entrar para a política alegando a falta de ética e a podridão do sistema partidário brasileiro. Outros ainda pensam que nenhum partido daria lugar aos candidatos que representem as idéias do Movimento. “Isso é besteira, excesso de puritanismo e falta de conhecimento de como funciona a política. Quem quiser ser candidato representando nossa causa terá a formação necessária. O que muda na hora de entrarmos na política partidária é que nossos candidatos tem que ter comprovadamente ética e comprometimento com a causa estando ciente de que as nossas propostas vão fazer do Sul um país diferente do que vem acontecendo no Brasil. Se somos contra este inferno assistencialista, onde a politicalha se deleita com a desgraça do povo, comprando voto descaradamente através da bolsa família, bolsa escola, botijão de gás, etc, nós temos que colocar isso nas nossas propostas e ir para a televisão dizer o que pensamos. Mas se não quiser dizer nada, basta chegar lá no programa eleitoral e dizer, O Sul é o Meu País, esta é a minha proposta. Tenho plena convicção que as pessoas vão entender e vão votar nos nossos candidatos por que acreditam que nós somos a única esperança para que as próximas gerações tenham um futuro melhor”, enfatiza.

Explicando ainda a opção de também participar da política partidária, Celso Deucher fez questão de frisar que o Movimento não se resume a isso. “Não pensem que o Movimento vai se resumir a isso. Absolutamente não. O Movimento é muito maior que a questão política partidária brasileira. Mas de forma alguma podemos achar que vamos alcançar nossos objetivos sem ter representação política. Aqueles que realmente amam o Sul têm a obrigação de se colocar a disposição como instrumentos do Movimento e da causa Sulista também nesta área. Assim como alguns se colocam a disposição para ir para a rua entregar panfleto, outros de colar adesivos, temos que encontrar em nosso meio gente capaz de nos representar politicamente. Enquanto estas pessoas peleiam nesta frente de luta, as outras vão para a rua realizar o que tem que ser feito para o crescimento da nossa organização. Cada um coloca a disposição da entidade e da causa as suas competência pessoais e profissionais, para que na soma geral, possamos recomeçar a caminhar em prol do nosso ideal maior”, enfatizou Deucher.

Ações da nova diretoria em seis grandes frentes

A nova direção nacional do Movimento O Sul é o Meu País organizou em seis pontos principais as suas ações para os próximos três anos a frente da entidade: o equacionamento econômico das ações da direção nacional; forte investimento na divulgação das propostas do Movimento; priorizar a criação, organização e legalização das Comissões Municipais e a presença do Movimento em todos os municípios do Sul; postura ativa em relação a política municipal, estadual e nacional; investimentos na busca de dirigentes e militantes na faixa etária acima dos 25 anos, em especial intelectuais, empresários e profissionais liberais; e por fim, ações envolvendo a internacionalização do Movimento e da reivindicação do direito de autodeterminação do povo Sul-Brasileiro.

De acordo com o novo presidente, estas seis propostas de trabalho aprovadas pela Assembléia Geral vêm acompanhadas de ações práticas que devem ser desenvolvidas nos próximos três anos.

Equacionamento econômico das ações da direção nacional

“É impossível realizar qualquer trabalho de maior envergadura sem apoio financeiro”, disse Celso Deucher ao falar da necessidade de o Movimento dispor de uma infra-estrutura econômica. Para equacionar este problema que sempre inibiu as ações do Movimento O Sul é o Meu País, ele propôs a organização de um grupo de apoio financeiro que se responsabilize em manter as ações básicas do Movimento em funcionamento. “Sem um sistema de comunicação eficiente e de ultima geração vamos continuar patinando e não vamos adiante. Por isso, o básico tem que estar a nossa disposição, como por exemplo, um acesso a internet, manutenção do portal do Movimento, e ainda precisamos de dinheiro para pagar o envio de correspondência via correios. Só nestas duas coisas se gasta mais de R$ 300,00 por mês. Também precisamos ter material impresso de qualidade. Não é possível a direção nacional visitar um empresário ou um professor universitário e não levar em mãos ao menos um livro de qualidade explicando quem somos, o que pensamos, o que queremos e como estamos organizados. São coisas que envolvem na maioria dos casos altos custos e temos que ter caixa para torná-los realidade”, diz Deucher.

Na prática, a Assembléia aprovou o reinicio da cobrança de uma mensalidade para os filiados no valor de R$ 15,00 mensais. “Com este valor nós poderemos fazer o mínimo. O sucesso deste empreendimento dependerá do nosso trabalho em ampliar o numero de filiados para que possamos promover ações de maior envergadura. Mas ressaltamos que só aceitaremos filiados comprometidos com a causa e esse comprometimento também tem que estar atrelado à manutenção financeira da instituição. Neste sentido estamos propondo o lançamento de uma obra (livro) através da Editora Gesul, com 50% dos recursos revertidos para a Comissão Nacional do Movimento. Além disso, uma boa forma de se obter algum recurso é através da confecção e venda de material de divulgação, tais como, adesivos, bandeiras, camisetas, e outros. A venda destes materiais também trará alguns dividendos para manter as ações da comissão nacional”, analisou.

Forte investimento na divulgação

Na opinião de Deucher, os jornais e rádios sempre dispuseram de espaço para divulgação dos ideais Sulistas. “O que está faltando é o nosso pessoal sair do imobilismo e escrever artigos para a imprensa. Se um jornal não publica, tem dez que publicam e esta oportunidade nos é dada por que os próprios donos dos meios de comunicação são simpáticos a causa que defendemos”, diz. Ele criticou aqueles simpatizantes, militantes e lideranças que ficam reclamando a falta de espaço na imprensa, mas nunca se “mexeram para escrever um artigo defendendo a causa Sulista”. Segundo ele, há espaço em abundância na imprensa, falta é as pessoas parar de reclamar da boca para fora e começar a por as idéias no papel e enviar para os jornais e rádios.

Neste sentido, no que for necessário, a direção nacional vai incentivar e provocar publicação de artigos, matérias e entrevistas na imprensa em geral (em especial na do interior), versando sobre as propostas do Movimento. “Para que isso se transforme realmente em ação prática, é preciso que nossos companheiros e companheiros criem o hábito de divulgar na imprensa todos os atos das comissões municipais. Neste sentido nossa tarefa enquanto direção nacional, será de tomaremos o cuidado de agendar uma visita as rádios e jornais locais e regionais, sempre que visitarmos qualquer município do Sul”, afirma.

Editora Gesul - Ainda na questão da divulgação, Deucher voltou a enfocar a necessidade de colocar o mais breve possível em funcionamento a Editora Gesul que terá como principal incumbência o lançamento de obras sobre o ideal Sulista. “Esta editora pode lançar em regime de cooperativa pelo menos duas obras anuais, sendo que os recursos advindos da comercialização dos livros devem se reverter pelo menos parte em prol da entidade”, explica.

Portal Pátria Sulista – A Assembléia Geral aprovou a centralização da operacionalização do site oficial com a direção nacional e a proposta da nova diretoria em transformá-lo em um Portal. Esta centralização virá acompanhada de uma remodelação geral do site. “A equipe que fez este site teve muito trabalho para colocar no ar a atual quantidade de conteúdo. Isso temos que reconhecer e parabenizar nossos companheiros, principalmente ao seu coordenador Rodrigo Alberto de Oliveira. Mas vamos trabalhar para continuar ampliando e criando novos espaços dentro do site para preenchê-los com mais conteúdo ideológico”, diz Deucher.

O novo presidente do Movimento nomeou o representante municipal do Movimento em Mafra, Ricardo Macari para a função de Diretor de Comunicação Social e Novas Tecnologias. Macari será o responsável por projetar as novas mudanças e num prazo máximo de seis meses, deverá colocar estas mudanças no ar. “O Ricardo conhece tudo destas novas tecnologias e sabe o que fazer para ampliar e melhorar nosso site, já pensando em torná-lo um portal. Creio que uma das principais coisas que vai mudar no site é a sua apresentação, tornando-o mais atraente e mais humano, mostrando inclusive as fotos do pessoal espalhado por todo nosso país”, disse Deucher.

Inclusive os novos membros de comunidades nos sites de relacionamentos e mesmo os que façam contato por outros meios, serão incentivados pela comissão nacional a deixar um depoimento sobre “por que apóiam o Movimento”, com autorização para serem publicados no site oficial. Neste caso, o presidente ou quem ele delegar, escolherá os depoimentos que deverão ser publicados como forma de dar maior representatividade a causa e criar maior vinculo entre o simpatizante, o militante, a liderança e a direção nacional.

Também foi aprovado a criação de um espaço dentro do site oficial para o Jornal do Movimento, publicando inclusive as mais de 40 edições anteriores e as próximas publicações que deverão vir. Desta forma, o Movimento mantém um veículo de comunicação de caráter e linguagem popular ao mesmo tempo que não deixa no esquecimento o grande conteúdo até hoje publicado por este informativo da entidade. Lembrou Deucher que “neste jornal está a nossa história nestes 18 anos de luta e tê-lo no site vai ajudar principalmente aos novos simpatizantes e militantes no conhecimento da nossa trajetória”.

Na mesma proposição a Assembléia aprovou a criação de espaço específico dentro do site oficial para a publicação on line da Revista Sul Livre, que passa a ser editada pela Editora Gesul e terá ISBN adquirindo validade legal para dar embasamento a outras publicações. A Revista terá circulação semestral e os artigos deverão estar de acordo com as normas da ABNT.

Ainda na questão da divulgação, a Comissão Nacional aprovou a indicação de Luiz Augusto Longo, criador da Rádio Sul Livre para a produção de mais sete programas que deverão ser colocados no ar dentro do site oficial do Movimento. Ao todo a Rádio Sul Livre terá dez programas gravados e Luiz Longo deverá começar este trabalho nos próximos dias.

Criar um Catálogo de Endereços robusto com todos os antigos e novos simpatizantes, militantes e lideranças do Movimento é outra das ações que a nova direção nacional pretende por em prática nos próximos meses. Se for necessário a entidade deverá adquirir um programa de computador que faça o envio automático das comunicações e publicações da causa. “Este catalogo ficará sob a coordenação da Direção de Comunicação Social e servirá para divulgar os atos da Comissão Nacional e das Comissões Municipais. Esta ação visa criar um vinculo destas pessoas com o movimento real trazendo cibermilitantes para a militância ativa no dia a dia”, diz o presidente.

Tudo isso, além de dar conteúdo ao nosso site, também servirá para incentivar e prover com material de qualidade, os estudantes universitários. Centenas deles estão neste momento construindo suas teses e monografias envolvendo nossa causa e precisam de material para pesquisa. Além disso aqueles que desejarem poderão publicar na nossa revista seus trabalhos e disponibilizarem no site estes conteúdos”, enfatizou Deucher.

Para lançar todas estas mudanças no site oficial, Deucher diz que é preciso marcar uma data e neste dia promover uma grande campanha na mídia e na própria internet. “Precisaremos de uma divulgação maciça do site oficial, enfatizando por todos os meios possíveis o endereço do Movimento, para que as pessoas se habituem a ler e se informar direto na fonte, sobre nossas propostas”, diz ele.

Sites de relacionamento – O Movimento também terá uma política especifica voltada para os sites de relacionamentos, como o Orkut, Facebook, Twiter e outros. Irá manter as comunidades e fóruns de discussão nestes sites, mas não vai mais dedicar-se a responder oficialmente nestes espaços de discussão. As pessoas que definitivamente quiserem participar e serem ouvidas pelo Movimento terão que procurar a entidade no site oficial.

“Manteremos o relacionamento com todos estes públicos, porém só vamos tratar assuntos oficiais do Movimento com gente que realmente queira comprometimento com a causa. No próprio site teremos um espaço com as principais perguntas e respostas sobre a entidade, onde os internautas poderão sanar suas dúvidas. Caso não esteja contemplada neste espaço a pergunta poderá ser enviada por e-mail diretamente para a comissão nacional”, explica Deucher.

Segundo ele, nos últimos anos o Movimento investiu muito tempo com pessoas que em nada contribuíram com a causa. “Internauta sem identificação e que se confesse militante desta causa terá que assumir compromisso com a entidade, caso contrário não temos por que respondê-lo de maneira oficial. Por outro lado, não vamos nos responsabilizar pelo que alguns irresponsáveis andam falando no espaço virtual. Tem quinta coluna infiltrado nas nossas comunidades e sites de relacionamento e nós temos que aprender a dar um chega prá lá nessa gente. Pesquisadores e pessoas bem intencionadas terão espaço privilegiado no novo site oficial. Interessa-nos tratar com seriedade com simpatizantes e militantes qualificados”, explica Deucher. Em resumo, os sites de relacionamento passam a ser centros de divulgação e atração de novos militantes na internet. Porém todos serão incentivados a buscar maiores informações no site oficial (http://www.patria-sulista.org/).

O Movimento também fará um contato direto com todos os internautas que mantiverem contato com as comunidades nos sites de relacionamentos. Neste retorno, além de convidá-los para se filiarem a entidade, serão convidados a participar das “reuniões reais”. A intenção é levar os internautas a entender que o Movimento não é virtual e sim real e que precisa de pessoas reais para que suas práticas se realizem. “Aqueles que não responderem positivo a este contato real já estarão dando um indicativo para a entidade de que não desejam nada sério e portanto não temos que perder tempo com eles”, diz Deucher

Curta Metragem e Documentário – A nova direção nacional do Movimento também quer atacar o público do Yutube e outras mídias eletrônicas. No prazo de um ano pretende lançar um filme “Curta Metragem” contando a história do ideal independentista que tem sua origem no século XVI com a luta de Sepé Tiarajú, índio Sulista que pela primeira vez gritou ao mundo que “esta terra tinha dono” e foi massacrado com o seu povo por este ideal. “Sepé é sem dúvida o pai de nossa causa e Anita Garibaldi, mais tarde veio a ser a mãe da Pátria Sulista”, diz Deucher. O curta fará uma viagem no tempo dando ênfase para os momentos em que floresceram na América Portuguesa este sentimento, até a criação oficial do Movimento o Sul é o Meu País, em 1992.

Também será produzido um documentário com cerca de 20 minutos de duração onde se dará enfoque especifico para as propostas do Movimento. Para esta tarefa o presidente nacional indicou e a Assembléia Geral aprovou o nome do primeiro vice-presidente nacional Israel Martins, que já atua profissionalmente neste setor. Martins comprometeu-se a dar inicio a estas ações já nos próximos dias. “Em seis meses é possível que já tenhamos pronto o documentário sobre o Movimento”, disse Israel.

1) A presença do Movimento em todos os municípios do Sul

A representativa do Movimento O Sul é o Meu País ainda está carente de uma ação que lhe proporcione estar presente em todos os municípios da Região Sul. Para tanto a nova direção nacional tem como principal incumbência fazer todo esforço possível para alcançar este objetivo.

Foi nomeado pela Assembléia Geral a liderança do Movimento em Santa Maria (RS), Felipe Gutierrez para coordenador este trabalho de abertura de novas áreas de atuação. Gutierrez fará um levantamento detalhado dos municípios onde ainda não há nenhum tipo de presença do Movimento e juntamente com a Comissão Nacional buscará identificar lideranças nestes locais.

“Também nossa proposta para iniciar este processo é começar de imediato a promoção de palestras nos municípios criando um calendário de eventos a partir das condições de locomoção e tempo da Comissão Nacional. De outro lado, a partir dos atuais representantes municipais, vamos buscar criar as Comissões Municipais do Movimento nestas localidade. Nos municípios onde ainda não há sequer um representante municipal, a direção nacional terá como tarefa prioritária identificar uma liderança e nomeá-la para dar inicio a organização local”, explica Celso Deucher.

Para ele, esta tarefa vai depender muito da ajuda de todos aqueles que se identificam com a causa Sulista. A proposta da direção nacional é que para se chegar a mais municípios no menor espaço de tempo possível, se amplie uma ação coordenada através dos contatos pessoais (redes de amizade) dos representantes e presidentes de comissões municipais. As pessoas já engajadas no Movimento passariam a indicar amigos e conhecidos nas cidades onde ainda não existe nenhuma presença da entidade. “Além disso, vamos criar e incentivar uma agenda de trabalho para as Comissões e Representações Municipais. Tal agenda deverá prever ações a curto, médio e longo prazo, como forma de manter viva a causa nestas localidades esperando momento propício para realizar ações nacionais”.

2) Postura ativa na política municipal, estadual e nacional

Em relação à luta política o Movimento vai agir em quatro distintas frentes. A primeira delas é a união com o Movimento República de São Paulo (MRSP) e outros Movimentos que por ventura aparecerem, para a criação de um Partido Político sob total controle dos ativistas do direito de autodeterminação na América Portuguesa.

A segunda frente envolve o lançamento de documentos oficiais do Movimento, a partir de consultas a militância e lideranças, posicionando-se sobre fatos políticos relevantes e em especial nas duas próximas eleições (2010 e 2012). Tais documentos manterão a postura até hoje adotada pelo movimento e servirão como “orientação” aos que comungam dos mesmos ideais. Alguns destes documentos, em se tratando de Política Nacional, podem ser assinados conjuntamente por outros Movimentos.

Outra frente de trabalho que vai ser otimizada pela atual direção nacional será a buscar apoio institucional junto as Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores do Sul, visando ampliar os apoios a causa, independentemente dos partidos políticos a que pertencem os atuais parlamentares. Também buscará freqüentar as reuniões do Fórum Parlamentar Sul (FPS) que reúne os deputados estaduais, federais e senadores dos três estados Sulistas, e dentro dele participar com ações pontuais. Ainda na mesma linha de pensamento, através dos vereadores, a nova direção nacional pretende criar uma entidade composta de parlamentares municipais ligados a causa Sulista. Tal assunto será tratado através dos vereadores que abertamente apóiam a entidade, João José Marçal (de Blumenau), Paulo Sérgio Boita (Xanxerê) e Cleiton Batschauer (Itajaí) os quais a nova direção pretende encarregar de desenvolver esta ação.

A quarta ação dentro do ambiente político atual visa preparar desde já um grupo coeso de candidatos a vereadores para as eleições municipais de 2012, visando não apenas eleger nossos representantes, mas principalmente, divulgar a causa a nível local e regional. Neste sentido a prioridade no lançamento de candidaturas será para os municípios que possuem canais de televisão, como por exemplo: Blumenau, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Chapecó, Londrina, etc. A proposta única e exclusiva do candidato será, sem maiores explicações o “nome” e o conteúdo programático do Movimento: “O Sul é o Meu País”.

A primeira ação especifica acontece ainda neste ano de 2010. O Movimento deverá lançar ou apoiar quatro candidatos a deputado. Em Santa Catarina a entidade apoiara o nome de Vitório da Silva para deputado federal e um outro candidato a deputado estadual, cujo nome ainda está em estudo. No Rio Grande do Sul a entidade apoiará possivelmente o nome do ex-deputado federal Valmiro Fioravanti de Erechim para deputado estadual. No Paraná o Movimento deverá apoiar a candidatura a deputado estadual do ex-presidente da entidade, James Fioravante Bittencourt, de Pontal do Paraná. Todos estes apoios ainda estão sujeitos as aprovações destes nomes pelas convenções partidárias municipais. Nesta ação a direção nacional também vai procurar manter a diversidade ideológica de suas lideranças e militantes. “Não fechamos nenhum tipo de acordo com partidos políticos e sim com pessoas ligadas aos ideais que defendemos. Só com compromissos específicos destas pessoas vamos apoiá-los. O Movimento não precisa de candidatos sem identificação nenhuma com nossa causa, pois estes já estão eleitos e não vem contribuindo em muita coisa para melhorar a situação do Povo Sul-Brasileiro”, diz Deucher.

3) Atração de formadores de opinião, empresários e profissionais liberais

Ter uma estratégia especifica de divulgação para empresários, profissionais liberais e demais formadores de opinião, visando trazer massa pensante e econômica para o Movimento é uma das ações que a nova direção nacional vai procurar desenvolver ao longo da sua gestão. Além disso, segundo Deucher, vai ser trabalhado firmemente para o lançamento de duas obras (livros) anuais voltadas para este público alvo, mostrando principalmente as vantagens econômicas e a viabilidade prática das propostas do Movimento.

4) A internacionalização da causa Sulista

Desde 1992 o Movimento O Sul é o Meu País vem mantendo contatos com outros movimentos congêneres de outras regiões do Planeta. Esta gestão pretende buscar estabelecer contatos institucionais entre o Movimento e outros entidades representativas de povos na mesma situação na Europa, Ásia e África, buscando estreitar estes laços de solidariedade entre as causas. “Vamos continuar insistindo com a UNPO (União de Povos e Nações Não Representados) nos pedidos de filiação do Movimento a aquela organização. Para tanto, uma equipe já está tratando de organizar a ida de uma comitiva do Movimento a Haia na Holanda no mês de maio de 2011, quando acontece a próxima Assembléia Geral daquela entidade mundial. Para esta ação temos que preparar não só a documentação exigida pela UNPO, mas também o material explicativo em outras línguas, como a francesa, inglesa, espanhola e o mandarim, além do português. Esta equipe vai cuidar deste assunto e deverá apresentar um relatório a diretoria no próximo mês de novembro. As pessoas interessadas em fazer parte desta comitiva podem desde já fazer os contatos com a direção nacional.

NOVA DIREÇÃO NACIONAL MOVIMENTO O SUL É O MEU PAÍS

Presidente Nacional: Celso Deucher

Fone: (47) 9138-2929 - E-mail: celsodeucher@hotmail.com

1º vice presidente: Israel Martins

Fone: (41) 8715-0953 – E-mail: israelmartins@i9formaturas.com.br

2º vice presidente: João Lamb

Fone: (51) 3542-4384 – E-mail: familialamb@brturbo.com.br

Secretário geral: Carlos Zatti

Fone: (41) 3256-0617 – E-mail: carlos.zatti@uol.com.br

Tesoureiro: Amilton Maffezzolli

Fone: (47) 9117-1951 – E-mail: dimaffei@terra.com.br

Diretor Jurídico: Dr. Nilo Sérgio Krieger

Fone: (47) 3351-3455 - E-mail: nkrieger@netuno.com.br

Diretor de Mobilização Estratégica: Felipe Gutierrez

Fone: (55) 3286-2185 – E-mail: felipesgutierrez@gmail.com

Diretor de Comunicação Social e Novas Tecnologias: Ricardo Macari

Fone: (47) 9141-5000 – E-mail: macari@gmail.com

Diretor de Estatística e Avaliação Econômica Financeira: Emerson Lemes

Fone: (43) 9924-9558 – E-mail: emersonlemes@yahoo.com.br

Presidente Conselho Fiscal: Álvaro Preis

Fone: (48) 3249-5053 - E-mail: bortolottobrasil@gmail.com

Membros Conselho Fiscal: Membros: Luiz Augusto Longo (Brusque SC); Echesler Giovani Molmelstet (Blumenau – SC); Jorge Zellner (Mafra – SC); Celso Pirmann (Jaraguá do Sul – SC); Hélio Ribas Micheletto (São José dos Pinhais – PR).

Presidente Conselho Consultivo: James Fioravante Bittencourt

Fone: (41) 9655-5736 – E-mail: jbfioravanti@onda.com.br

Membros do Conselho Consultivo: Alexandre Francisco (Brusque – SC); Marcelo Alex Berti (Paraíso – SC); Rogério de Souza (Florianópolis – SC); Sérgio Alves de Oliveira (Osório - RS); João José Marçal (Blumenau – SC); Darci Brondani (Santa Maria – RS); Rosangela Ribeiro Deucher (Brusque – SC); Rodrigo Alberto de Oliveira (Florianópolis – SC); Alexandre R. Domingues (Curitiba – PR); Fernando de Augustinho (Curitiba – PR); Janio Lantz (Taquara – RS); Rubem Manoel Rodrigues (Itajaí – SC); Eide Ana Galotti (Navegantes – SC); Vitor Hugo Muller (Blumenau – SC).


Sunday, December 07, 2008

TRAGÉDIA EM SANTA CATARINA:



Movimento lança campanha "Sul Solidário"


Sensibilizado com a tragédia das chuvas ocorridas em Santa Catarina nos últimos dias, o Movimento O Sul é o Meu País, a partir desta semana está mobilizando todos os seus simpatizantes, militantes e lideranças para uma campanha de ajuda aos atingidos. Com o nome de “Sul Solidário”, a campanha pretende arrecadar donativos e até recursos financeiros em prol de famílias atingidas. A escolha destas famílias estará a cargo das direções municipais da entidade em Brusque e Blumenau. Os recursos financeiros servirão para que as lideranças adquiram os itens necessários a colaborar pelo pronto restabelecimento das famílias que serão escolhidas para receberem.

O presidente do Movimento O Sul é o Meu País, James Fioravanti, convoca a todos os simpatizantes, militantes e lideranças para que abracem esta campanha e doem o que estiver ao alcance de cada um. “Um pouco de cada um de nós será muito, para as famílias que vamos ajudar”, diz ele. Por isso, pede a todos que iniciem imediatamente a divulgação da campanha por todos os meios disponíveis. “As pessoas que querem ajudar, comecem pedindo aos seus amigos, colegas de trabalho, etc. Além disso, é muito importante que aqueles que tem acesso a internet, que divulguem para seus conhecidos, pois sabemos que todos querem ajudar, sendo que alguns apenas estão esperando que lhes diga como”, frisa Fioravanti.


PRESTAÇÃO DE CONTAS

A entidade faz questão de manter uma prestação de contas aberta e transparente dos recursos financeiros e mesmo dos donativos arrecadados. Por isso, no site oficial do Movimento (www.patria-sulista.org) será realizado uma prestação de contas minuciosa de tudo que for arrecadado, bem como, onde foi aplicado e quem recebeu os donativos.

DONATIVOS

As pessoas que quiserem contribuir com donativos, a direção do Movimento alerta para que sejam observadas que tipo de coisas são importantes neste momento ser doadas:

a) Alimentos não perecíveis (arroz, feijão, trigo, etc) e alimentos prontos (enlatados em geral)

b) Água Potável

c) Para aqueles que desejam doar uma cesta básica, preferindo fazer o depósito do valor correspondente a ela, o Movimento pesquisou os preços e estabeleceu o valor de R$ 62,00 cada uma. A cesta é composta por açúcar, arroz, farinha de mandioca, farinha de trigo, farinha de milho, feijão preto, sal refinado, café, macarrão, óleo de soja, sardinha, charque, biscoito, leite em pó.

d) As doações de roupas, calçados, colchões e outros, só devem acontecer nas cidades onde a direção local do Movimento, tenha condições de enviar ou entregar estes donativos a região atingida.

CONTA PARA DEPÓSITO

As doações em dinheiro na conta do Movimento, devem ser feitas na conta oficial da entidade na Caixa Econômica Federal conforme segue abaixo:

Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0998
Código Operação: 013
Conta: 138270-4

Importante que a pessoa que esteja fazendo a doação e queira que seu dinheiro seja usado para um fim específico (como por exemplo, a compra de uma cesta básica) envie um comunicado a direção nacional da entidade manifestando este desejo. Todo o montante arrecadado estará a disposição no site oficial.

Thursday, July 17, 2008

Preços da assinatura e exemplares avulsos:
12 edições........................................................R$ 90,00
6 edições...........................................................R$ 50,00
3 edições...........................................................R$ 28,00
Exemplar avulso................................................R$ 10,00
Já estão incluídos os valores da remessa por correspondência simples. Para assinar (ou adquirir número avulso) comunique-se conosco pelo e-mail: gesul@lagunavirtual.com.br ou ainda pelos telefones (47) 3350-6738 ou 9138-2929.

Tuesday, July 10, 2007

LOJINHA VIRTUAL GESUL


Para ficar bem informado sobre o movimento O Sul é o Meu País, usar um adesivo, adquirir livros, assinar a Revista Sul Livre, ou ainda obter a sua bandeira, imprima este panfleto da nossa lojinha virtual e faça seu pedido pelo E-mail: gesul@lagunavirtual.com.br ou ainda através dos nossos telefones: (47) 3350-6738 / 9138-2929. Todo o dinheiro arrecadado com a venda de material é revertido para a confecção de outros materiais de uso corrente na causa Sulista.

Participe e ajude a manter nosso ideal vivo e atuante!!!

Friday, July 06, 2007

A REAÇÃO CONDICIONADA

Celso Deucher

"Separação política, não pode mais ser considerada como declaração de guerra. O Canadá, por exemplo, demonstrou sua grandeza de sabedoria política permitindo o plebiscito de Quebec"...

Novos conceitos mexem com velhos condicionamentos. Uma discussão política, por exemplo, se não for elevada a tom acadêmico, às luzes da neutralidade, livre e desempedida de preconceitos, ao invés de promover rupturas de muralhas ou à descoberta de alternativas inteligentes, poderá provocar simplesmente o agravamento de relações que poderiam, permanecer sempre amistosas, ou pelo menos respeitosas.

Lendo o artigo do jornalista Laerte Braga, intitulado "OS MUITOS BRASIS NUM SÓ BRASIL", por exemplo, sentimos de perto o poder do conhecimento condicionado ao que nos impingiram, desde que o Estado centralizado surgiu no continente brasílico, antes mesmo que houvessem povos em sua imensa posse territorial. O Estado aqui surgiu como realidade geográfica, independente da vontade de qualquer povo, sem nação e sob o talante autônomo absolutista de uma monarquia escravagista e absurdamente duradoura.

A sociedade não foi organizada pela simples razão de não existir povo que a formasse e o Estado lhe foi anterior, formatando-a paulatinamente nos moldes de uma metrópole colonialista européia, obtusa e alheia à diversidade continental de suas pequenas e esparsas comunidades humanas. Não vai nesta constatação qualquer crítica ao gênio e às grandes qualidades do espírito português. Apenas o entendimento de que a época faz o cenário. E, a de que vivemos entre os pesadelos e os sonhos de uma ficção imposta por uma história coberta de sepulturas.

Lembremo-nos da Confederação do Equador, da República Rio-Grandense e das muitas outras rebeliões em busca da liberdade.As críticas do nosso bem intencionado jornalista mineiro, em pleno ano de 2001, não seriam muito parecidas com as dos que não aceitavam a separação do Brasil de Portugal? Se tivéssemos permanecido juntos, não acabaríamos tendo o centro de gravidade geopolítica transferido naturalmente para o Brasil, galvanizando a unidade confederativa de um grande "commonwealth"luso-brasileiro, com associados em todos os continentes do mundo? Não faríamos hoje parte da Comunidade Européia?

O projeto da unidade luso-brasileira foi levada em consideração por diversos espíritos lúcidos demais para a época. As políticas internas e a mentalidade atrasadíssima, entretanto, faziam jús ao cenário que se desenrolava, sob o embalo dos interesses alheios aos povos.
A separação brasileira de Portugal nunca foi percebida como uma perda. Ao contrário, a independência é sempre considerada como um ganho. O separatismo mineiro, do qual Tiradentes foi considerado herói máximo pela mitologia republicana, mas foi julgado infame pelo Conde de Rezende que assinou sua sentença de morte.

Mas,curiosamente, ainda existe o município que aloja a Academia Militar de Agulhas Negras, com o nome "Rezende" em homenagem ao mesmo conde, que teria beneficiado de alguma maneira aquela linda região fluminense. Coisas de Brasis...Separação política, não pode mais ser considerada como declaração de guerra. O Canadá, por exemplo, demonstrou sua grandeza de sabedoria política permitindo o plebiscito de Quebec. Evidentemente, nenhum país hoje se separa totalmente. Os laços de integração econômica e, freqüentemente, de defesa comum garantem relações recíprocas de maior qualidade do que anteriormente. O caso da Comunidade Britânica de Nações, é um parâmetro que mereceria uma detida análise daqueles que adoram o bezerro de ouro do Estado poderoso, imperial, em detrimento da autodeterminação dos povos e da própria democracia, em benefício de uma casta política dominante e, geralmente, corrupta e autoritária.

O jornalista referido, critica com honestidade políticos corruptos de todos os Brasis. Não percebeu, entretanto, que eles existem em função do clientelismo de Brasília e de uma unidade forçada que nos têm trazido mais mazelas do que virtudes. O remédio do verdadeiro federalismo nunca foi adotado, como nos Estados Unidos da América, onde seus estaduanos podem votar em qualquer despreparado para a presidência da República, pois manda menos do que o "príncipe" planaltino de plantão.

Ora, à cada eleição presidencial dos Brasis, ficamos amedrontados diante dos riscos que corremos. Além disto, ainda temos um Congresso capenga que prima pela ilegitimidade democrática, onde 40% da população detém o controle legislativo de 60% das cadeiras. Se fossemos nos alongar no assunto, percorreríamos todo um elenco de razões, tais como os abusos tributários e a política de "entreguismo" bem suscitada pelo jornalista mineiro, suficientes para uma declaração de independência convincente ao Mundo.Outro aspecto que merece menção, é o fato real de que a maioria dos que abraçam ou sonham, pacificamente, com a possibilidade democrática de poder votar num plebiscito de autodeterminação, não terem qualquer fundamentação política numa pretensa superioridade discriminatória em relação aos outros brasileiros.

Sulistas, Nordestinos, Nortistas, Paulistas, Mineiros, apenas têm a percepção viva de que são tão diferentes entre si e que mereceriam tocar suas vidas de maneira diferente, sujeitos a leis próprias e condizentes às suas realidades de seus espaços culturais e naturais. Qual o pecado desta descoberta?O receituário da unidade não poderá ser mais linear no Século XXI, muito menos ainda cartesiano como um Tratado de Tordesilhas, protegida sob o manto protetor de uma vontade espiritual ou temporal. Ninguém se separa pelo fato de haver descoberto que sozinho poderá ser maior ou mais poderoso. Separa-se apesar de alguma ou de muitas coisas, para poder ser melhor. Separa-se por amor próprio.

Friday, June 15, 2007

CHEGOU A 2ª EDIÇÃO DA REVISTA SUL LIVRE

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Thursday, January 18, 2007

CHEGOU A REVISTA SUL LIVRE



Começa a circular nesta sexta-feira (19) a Revista Sul Livre, publicação do Movimento O Sul é o Meu País e do Gesul (Grupo de Estudos Sul Livre), contendo todo noticiário referente as reuniões, debates e ações da causa Sul-Brasileira. A revista SUL LIVRE chega as bancas com uma proposta inovadora de divulgação voltada exclusivamente para o Direito de Autodeterminação do Povo Sulista e pretende manter-se através da assinatura e dos patrocínios da sua militância.

Abaixo publicamos os preços de assinaturas e os valores para compra em bancas e venda avulsa pelos correios:
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